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Mostrando postagens de Fevereiro, 2012

Em Londres, no Mother Love Database

Hoje estamos em Londres, no   Mother Love Database , da Carol P. Vamos lá fazer uma visita? Bisous, Pandora passeando e olhando a paisagem naquele parque que cheira rosas... como é o nome daquele parque mesmo, gente? Isso, Regent's Park!!! Meu pensamento foi pra lá agorinha mesmo...

Festa da Mamãe

Diz a lenda que meus antepassados quando faziam festa em casa, chegavam a quebrar paredes para o forrozão. Na verdade não sei bem se era um forró como os de hoje, mas certamente o arrasta pé acontecia. Lenda ou não, apesar de ser super caseira, minha pessoa adora um agito, uma celebração. E assim eu sempre procuro marcar o início e/ou o término de cada ciclo, de cada conquista, com uma espécie de ritual. Ou faço uma festa, ou uma viagem, ou um desenho, enfim, eu marco, somente tatuagem eu ainda não tive coragem de fazer. ***   Então pensei, eu tenho que celebrar sim, mais um ano de vida, nesta minha vida maravilhosa, cheia de aprendizagens e presentes surpreendentes dia após dia. Obrigada meu Deus! Resolvi fazer uma festinha. Como o apartamento é pequeno e quebrar paredes está fora de cogitação, aluguei um salão, oi?!?! Sim, eu fiz isso, mas desta vez, com entrada permitida só para "calcinhas", ou melhor explicando, mulheres, sem maridos e filhos. Será uma festa para

Torta é a mãe...

Semana passada comprei uma penca de bananas enorme e ninguém quis saber das coitadinhas... ficaram ali, na fruteira, com "cara de pidonchas"e cada dia que passava elas se pareciam ainda mais comigo, bem sardentinhas. Fiquei com dó, né? Jogá-las no lixo seria desperdício, então, abri minha caixinha de Pandora  meu super livro de receitas e Páh!! Fiz uma torta!! E olha que carinha boa ficou isto, gente: Torta de bananas da Dona Benta A receita retirei deste livro: 5 colheres (sopa) de maisena; 5 colheres (sopa) de farinha de trigo; 1/2 xícara (chá) de óleo; 3 ovos inteiros; 1/2 xícara (chá) de açúcar; 1 xícara (chá) de leite; 1 colher (sobremesa) de canela; 1 colher (sopa) de fermento em pó; 1 colher (chá) de essência de baunilha; 1 colher (chá) de raspas de casca de limão; 6 bananas-nanicas. As raspas de limão eu deixei de lado e bati tudo no liquidificador. Super prático!!  E o cheirinho, hummm,  ficou delicioso... Ah!! Esta semana estamos

E a primeira co-autora é...

Domingão nos Alpes. A casa está cheia de amigos queridos, e já estamos nos preparando para um delicioso almoço na região de Gruyères, hummmm. E a gente emagrece assim?... Mas não é somente a casa que está cheia de amigos, a vida tem me presenteado com amizades virtuais engrandecedoras, daquelas que somam, que deixam a gente pensando, que faz rir, chorar... E hoje eu quero inaugurar a Série co-autores e pra quem não sabe, foi um convite que eu fiz  aqui . A primeira convidada de hoje, é a Lêda, que chegou até o blog por indicação da cabeleireira dela. Bom, quando comecei a ler o e-mail dela foi como se estivéssemos sentadas em um café, batendo um bom papo entre amigas de longa data. Uma história real, a qual a leitura pode beneficiar muita gente: Juliana, boa tarde  ( aqui no Brasil, são 15:50hs) !!  Minha cabeleireira me deu seu blog para conversarmos ou melhor trocarmos figurinhas, pois tambem tenho 2 filhos adotados !!!! Entrei no seu blog e tudo que li parecia que eu e

Carnaval na escola suíça

Que a educação suíça é conhecida em todo o mundo e associada, muitas vezes, a um exemplo de conduta e de descrição, isto todos já sabem... E eu me lembro que estudei com uma menina suíça na Inglaterra, e quando tirávamos fotos de nossa turma, ela nunca sorria e ao ser questionada por isso ela respondeu que sorrir em fotos não era "comum" a ela... " Ah, tá, obrigada!! De  nada !"   Claro que tirando a visão generalista (aquela onde todas as pessoas de um mesmo país são obrigatoriamente  todas iguais), o que experimentamos no dia-a-dia aqui nos alpes é basicamente isto mesmo, elas sorriem sim, mas você necessita primeiro conquistar a confiança delas.  E por falar em visão generalista, brasileiros expatriados sabem muito bem o que é isto. Olha, quero deixar claro que amo meu país, sou bem patriota e bairrista acima de tudo, mas quando me pedem pra sambar... hum! Começo logo o discurso, sabe aquele?... Meu país é enorme, tem praia, montanha, rios... E agora, o B

Corrente do Bem...

Uma das coisas mais lindas, além dos meus filhos e não coloco o marido nesta história pra não fazer propaganda , são as descobertas que tenho feito com a maternidade e além disso, com as histórias através do blog. Meu último Post  passou longe de ser um devaneio, o que é raro, hã?! E apesar do blog estar nos cueiros ainda, tem podido auxiliar muito mais pessoas que eu jamais pudesse sonhar. Mas o ápice disto tudo, é que nada acontece isoladamente... Depois do post, recebi muitos e-mails, com desabafos, partilhas e relatos pra lá de emocionantes. Histórias reais contadas por quem vive, quem experimenta diferentes possibilidades... Mas, a gente não consegue nada disso sozinha e a máxima, " A União faz a Força" é muito verdadeira. Quero hoje, agradecer muito à querida Pati Bella , que escreveu o texto  E se...?  no seu blog, onde além de dividir histórias hilárias do Brunão com a gente, ela escreve muito bem. Veja com seus próprios olhos... E através do texto da Pati, re

Extra!! Extra!! PROCURA-SE co-autores!!!

E para entender melhor como funciona esta dinâmica entre pais e filhos adotivos, leia este pequeno trecho do livro "Compreendendo o Filho Adotivo" , de Luiz Schettini Filho: O filho adotado não vem de fora; vem de dentro, do mesmo modo que o filho, biologicamente gerado, vem de dentro e não de fora. Se a adoção se efetiva, em muitos casos, como conseqüência de transtornos biológicos, fisiológicos ou psicológicos, a geração biológica de um filho nem sempre ocorre dentro dos padrões ideais de expectativa. Isso nos leva a pensar que, certamente, não seria estranho, usar a mesma expressão para as duas situações: tanto os que têm filhos biológicos quanto os que os têm por adoção geram, verdadeiramente, seus filhos. A inexistência dos laços genéticos não invalida as relações parentais.   Procriar é uma condição dada pela natureza; criar é uma responsabilidade no âmbito da ética entre os homens. É nessa relação que identificamos um dos momentos cruciantes da estabilidade hu

Como "gerei" meu Blog? Afinal eu tinha que gerar algo né?

Confesso!!!!  Até 2009   os únicos blogs que eu acessava eram os de viagens e turismo. Outros blogs simplesmente não existiam no meu universo, até, nos mudamos para a Noruega. Lá, senti a necessidade em compartilhar com a família e com amigos, todas as descobertas e experiências fantásticas que estávamos vivendo, então, criei o Simply Life, mas nunca tive a coragem de publicá-lo. Sabe, eu me sentia exposta, era muito estranho divulgar algo seu, coisas tão privadas (ai, ai). E assim... o Blog que nunca acordou, continuou dormindo... ronca blog... *** Daí os cabelos mudaram... a vida mudou... *** Pouco tempo depois, alguns meses após a adoção de nossos filhos, fomos até uma livraria em busca de livros, revistas, sei lá, alguma informação relevante sobre o tema. Mas tudo estava muito restrito. Eu encontrava o assunto  sempre vinculado a uma religião ou coisa parecida e na verdade eu queria ler sobre vivências, experiências que deram certo e até mesmo sobre erros que poderíamo

Canções em francês para crianças

Uma das metas para 2012 foi estudar Francês com nossos filhos de uma forma lúdica e leve ao mesmo tempo, então, como em casa privilegiamos nossa língua materna, o Português, criamos o hábito de cantar músicas infantis, tocar violão com o papai e antes de dormir, mamãe conta uma história, tudo em Francês. E os resultados que temos visto ultimamente nos mostra que estamos no caminho certo! Mas minhas buscas por DVDs e materiais que pudessem nos auxiliar nesta meta estavam, além de caras, um pouco distante daquilo que pretendíamos. E onde mais eu poderia recorrer? Claro, à Internet. Encontrei garimpei  uma série de canções francesas no You Tube, que ajudam bastante, pois além de lúdicas, elas possuem a letra para que os pais possam cantar junto com os filhos. Além disso, enriquece bastante o vocabulário dos pequenos. Eu recomendo!!   Chansons Françaises As preferidas deles são: Ah les crocodiles; Pirouette, Cacahuète; Alouette; Au feu les pompiers; Frère Jacques;  e muita

Adaptação Escolar na Suíça

Hoje eu quero desabafar  escrever um pouco sobre uma forma diferente de Adaptação Escolar: a adaptação bilíngue. Na Noruega, em Oslo, eu trabalhei em uma escola internacional e durante o tempo em que moramos por lá percebi que poderia ter explorado mais a oportunidade de viver em outro país, vivendo a cultura local em toda sua plenitude. Portanto, ao mudarmos para a Suíça, optamos por mergulhar na cultura mesmo, frequentando os mercadinhos locais, convivendo socialmente com os suíços e também, claro, optamos pela escola pública suíça. Não que o ensino em uma escola internacional privada deixe a desejar, mas apesar de tantos aprendizados multiculturais que adquirimos na comunidade internacional, também não vivenciamos o que gostaríamos sobre a própria cultura norueguesa... o que me deu a sensação de ter vivido em uma espécie de bolha o tempo em que morei por lá... E  Aqui,  na Suíça, a maior parte dos alunos (cerca de 95%) frequenta uma instituição pública na comunidade onde reside

Contar ou não contar a verdade...

Eu tenho TANNNNNTAS figurinhas pra trocar com vocês, que poderia ficar aqui, escrevendo uns dez posts... são fases que mudam, pernas que crescem, autonomias que aos poucos vem sendo conquistadas, e neve... muita neve caindo do céu. Aqui no Cantão de Vaud, na Suíça, a paisagem está maravilhosa! Eu adoro neve, mas odeio quando escorrego e a parte mais linda é que nossos filhos a conheceram pela primeira vez. Eles amaram! Amaram a neve e escorregar também, claro! Lucas até comeu e adorou. De brinde, ganhou um resfriado, mas afff, que venha o resfriado, o importante foi saber que gosto a neve teria. Na esquerda, Jobim e na direita, Tom. Na foto, os dois discutiam sobre quem chegaria primeiro no topo da montanha. Mas, além de dar um Bom Dia!!!! Quero muito dividir com vocês uma entrevista que consegui através de uma amiga, com a psicóloga e psicanalista Maria Salete Abrão, autora do livro: "Construindo o vínculo entre Filhos e Pais Adotivos",  que trabalha com o tema há