Pular para o conteúdo principal

Estamos no jornal Brand News!



Fonte:  Jornal Brand-News, maio/2012


Comentários

  1. uhuuuu sua chiqueeee!!!

    adorei!

    Beijos!

    ResponderExcluir
  2. Ju...
    merecida a matéria...Parabéns!!!
    Ficou 10!!!
    beijossssss

    ResponderExcluir
  3. Uau!! Que legal! Parabéns mesmo!
    Beijo

    ResponderExcluir
  4. Essa minha vizinha está chique demais!!!!!!! Depois você me dá um autógrafo? rs
    Beijos, beijos e achei realmente o máximo! Parabéns!

    ResponderExcluir
  5. Que chique Ju!!! Beijos. Gisele

    ResponderExcluir
  6. PARABÉNS, Ju. ADOREI!!!!
    Regina

    ResponderExcluir
  7. Ju vc é chique demais!!!
    Adorooo e é merecidíssimo!!
    E eu consegui ler tudinho!!
    Bjos!!

    ResponderExcluir
  8. Amiga, vc esta muito chique!
    Estava com saudades daqui.
    Adorei ver vc no Blog da Nestle tbe.
    Bjks mil

    ResponderExcluir
  9. Olá e parabéns por ter este cantinho tão legal. Quando puder me visita!! Cris

    ResponderExcluir
  10. Oi Juliana... Há tempos vejo comentários seus em outros blogs que "frequento" e hoje resolvi passar para conhecer... Eu moro perto de Poços de Caldas e sempre que posso vou passear lá. Sua terra é muito linda...
    Parabéns pela matéria!!!
    Estarei sempre por aqui....

    Beijossss
    Carol

    ResponderExcluir
  11. Meninas e amigas de "longa data" obrigada!!! "Muac" pra vocês!!
    Cristiane e Carol Damasceno, sejam bem vindas!!! "Muac", Ju

    ResponderExcluir
  12. Que legal, Ju! Parabéns! Olha que seu público é variado, hein!? Eu não tenho filhos (e nem tenho planos de qdo ter) e ainda assim adoro ler o seu blog! Vc escreve como vc fala. Ler seu blog é como sentar pra conversar com a Jú! :)
    Continue escrevendo!
    Beijos,
    Geórgia

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Seja bem-vindo(a)! Sente aqui na varanda que eu vou passar o café!

Postagens mais visitadas deste blog

Filho é filho! Já dizia a sábia raposa...

Não foi à toa que voltei a escrever e antes de voltar no tempo e tentar resgatar as memórias destes quase quatro anos de pausa, vou compartilhando as novidades “fresquinhas”.  Dias atrás, “Tom”, 10a, chegou em casa com um livro da escola. Aliás, coisa que adoro por estas bandas dos alpes gelados é que a leitura diária é levada muito a sério. E eles tem que ler em voz alta para alguém, que neste caso, sou euzinha. Cada um na sua vez, diariamente e eu virei uma “ouvidora” de histórias. Então, “taveu” fazendo catando algum chinelo, lápis, coco da cachorra algo que não me lembro bem agora e lá vem Tom, pra fazer a leitura deste livro:    O livro era daqueles antigões, com a capa dura e um cheirinho peculiar de naftalina (Oi?). Mas era da biblioteca da escola e estava bem conservado e encapadinho. Ainda perguntei a ele: “ Quem escolheu este livro filho? ” e ele… “ eu mãe, achei a capa bonitinha” .  O livro não tinha propriamente uma capa com apelo interessante para a le

Lágrimas em letras

Filho do irmão da minha mãe com a irmã do meu pai. Como? Isso mesmo, éramos primo/irmãos. As mesmas avós e avôs, os mesmos tios, as mesmas histórias. Você?  Lindo. Lindo mesmo!!! Wow!! Sempre foi uma criança linda, um menino com um narizinho arrebitado e perfeito que sempre tirava sarro de um teatrinho de Natal que euzinha preparei e claro, te levei junto. Você ria e me lembrava destes micos que pagamos em nossas infâncias. Brincávamos no terreiro de café da casa do "vô"Júlio, tomávamos guaraná Cibel na casa da "vó" Nadéia e quando nos tornamos adolescentes, continuamos juntos. Tantas baladas! Você sempre alegre, carinhoso, arrasava corações e meus ex-namorados sempre sentiam ciúmes do meu primo. E como a gente dançava? Noooooossssaaa, como a gente dançava. Na festa do meu casamento, (que aliás, você deu a maior força para o maridão que está aqui), todos se lembram de como você me tirou pra dançar, mas como não podia roubar a cena do noivo, pegou minha mã

Minha relação com a amamentação.

Este post contém fragmentos de uma história que custei a colocar pra fora... Imagem da web Eu queria ter escrito este texto ainda adolescente, pois desde aquela época o tema amamentação surgiu na primeira terapia que procurei sozinha, na tentativa de tentar entender o incomodo que insistia em aparecer e eu não sabia de onde. Na época, me indicaram um então conceituado profissional e foi então que comecei a fazer parte de um grupo selecto de pessoas que leram o prospecto de um dos livros escritos por ele, antes de ser publicado: "Terapia pela roupa" , do psicólogo Mamede Alcântara. Meu nome está lá, nos agradecimentos :-), é só conferir. Durante um momento da terapia, surgiu no inconsciente um sentimento estranho. Eu sentia uma fome e uma dor muito grande, como uma agonia mesmo. Chorei, tive cólicas, me contorci. Neste momento, ele me pediu para chegar em casa e conversar com minha mãe e saber um pouco mais sobre meu nascimento, meu parto, enfim, meu passado. Minha