quarta-feira, 11 de julho de 2012

E quem disse que seria fácil?

E quem disse que seria fácil?

Para aqueles que acompanham o blog, sabem que somos pais há dois anos, de dois garotos, "Tom" (6 anos) e "Jobim" (quase cinco). Durante este tempo, temos tentado construir passo-a-passo, uma relação saudável, dentro de um ambiente familiar estável e procuramos sempre transmitir a segurança pela qual eles necessitam.

Se por um lado, o mais novo já demonstra total e absoluta entrega nesta relação, o mais velho ainda nos mostra que há um caminho a seguir.

E eu, muitas vezes, me sinto perdida neste emaranhado de sentimentos, principalmente quando entendo a raiz do problema, mas não sei qual atitude seria a melhor no momento.

Pra entenderem melhor esta mãe, que acordou às 04h30 da matina, preocupada com o filho mais velho, e não conseguiu dormir mais, vou tentar "desenhar" a situação.

"Tom" em casa, ou melhor, perto dos pais, é uma criança dócil, amiga, bem humorada, alegre, falante e questionadora. Adora desenhar, gosta de ler, ajudar a mamãe a cozinhar e jogar futebol com o pai. Dificilmente nos enfrenta (no sentido negativo), apenas argumenta (o que é bom) e nunca foi de fazer birra, pelo menos não após os quatro anos de idade, época em que nos conhecemos. Mas, ele é teimoso e competitivo e demonstra claramente esta característica na maioria de suas atitudes e isso, muitas vezes o coloca em apuros.

Ohhh my... depois de tantos elogios, qual seria o motivo de tanta preocupação?

Longe dos pais, "Tom" é outra criança.

As reclamações escolares são inúmeras, nenhuma referente à aprendizagem, pelo contrário. O comportamento e as atitudes dele deixam a desejar. Limite ele tem, mas o caminho para chegar até ele é looooonnnngo. Ele testa, testa, testa mais um pouco, até que... Até que você tenha que assumir uma postura mais autoritária, severa, para que ele compreenda que ultrapassou a barreira do tolerável. 

Alguns amigos e familiares relatam que quando estamos perto, ele é mais tranquilo, mas quando estamos longe... o cenário muda. As professoras inclusive relatam que apenas conversar com ele, não surte efeito. É necessário ser rígido com ele, mostrar que estão realmente bravas e uma amiga, recentemente me falou o mesmo, ao justificar que foi necessário gritar com ele para que ele obedecesse.

E é exatamente neste momento que eu me perco. Queria muito que fosse o contrário. Queria eu que ele tivesse a confiança necessária, como o mais novo, de aprontar todas ao meu lado e saber que meu papel é orienta-lo, simples assim. Queria que ele se sentisse mais a vontade pra errar ao nosso lado... que isso não fosse motivo de medo...

E olha que a gente tenta, eu e meu marido, tentamos, como tentamos fazer com que isso aconteça.

Esta noite, às 04h30, acordei preocupada com ele, após ter visto uma foto de um aniversário de um amigo, onde ele acabou atrapalhando o momento dos "Parabéns", tentando colocar a espada de brinquedo na vela (momento em que nós pais, não estávamos presentes). Ah! Que fique claro que nossa preocupação não é em relação ao fato em si, mas sim, à atitude dele em ignorar qualquer pedido que os pais do aniversariante lhe faziam para parar. Se não há bronca, ele simplesmente não obedece.

Então, vendo que não conseguia mais pegar no sono, levantei e fui até ao lado da cama dele, sentei, afaguei suas costas, seus cabelos... e conversei com ele. Disse a ele o que falo o tempo todo quando está acordado, mas resolvi aproveitar o tempo do sono, da entrega.

Lhe falei que somos parceiros, que estamos juntos nessa jornada. Contei a ele sobre minhas preocupações, minhas alegrias e o que tudo o que fazemos é pensando no bem dele. Reafirmei inúmeras vezes o quanto ele é merecedor de amor, de afeto, de carinho e o quanto é amado por nós.

"Não são só flores..."





Mother and Child, Gustav Klimt

27 comentários:

  1. Estava lendo alguns post do seu blog e adorei! Muito lindo!
    Com certeza Gabriel escutou a mamae, acho que sao fases, as vezes a gente acha que esta pecando em alguma coisa, mas no final tudo passa (meio cliche mas eh vdd)

    Beijos em vcs

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  2. Oi Ju, eu imagino a tua preocupação, pois eu estaria igualzinha!

    Eu não imagino porque isso aconteça, talvez ele ainda tenha lembranças tristes da época pré-adoção e quer chamar a atenção pra si mesmo numa maneira de "manipular" os sentimentos dos outros, pra q tenham pena dele? Não sei... pena só q ele se use de um comportamento errado, sendo q ele sabe já qual é o certo e é perfeitamente capaz de "usá-lo"...

    Ele tem acompanhamento de psicólogos, Ju? Eu não sei, talvez seja uma boa idéias alguém de fora dar uma conversada com ele, emeu medo é o q se ele continuar com esse comportamento, as crianças vão se afastar, vão parar de convidá-lo pras festinhas, e as coisas vão ficar piores!

    no mais, boa sorte!!! Você é uma mãe fantástica!

    beijos

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  3. Juliana
    Nao sei como te ajudar, mas so queria dizer que vc vai chegar la.
    Forca !
    Quem sabe um psicologo nao pode ajudar.
    x Carol

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  4. Sabe que em casa tivemos a mesma coisa com um dos meus primos, ele era o mais novo, tem dois irmãos mais velhos (gemeos) e na verdade sempre foi o queridinho da minha avó, oque torna a coisa ainda mais estranha, amor e carinho nunca lhe faltaram.

    Ele sempre teve um coração enorme, daqueles que deixa de comer o chocolate dele se não tiver pra mãe e os dois irmãos, porém, apesar de ter um coração enorme, ele sempre deu dor de cabeça, e não apenas com estranhos, mas em casa tb, ou era na base do grito ou nunca ninguém era ouvido, minha tia recebia reclamaçoes de todos os lados, era triste.

    Hoje ele tem 16 anos (vai fazer 17 em novembro), melhorou bastante, mas ainda assim guarda um pouco dessa "rebeldia" toda, certas coisas acredito que só o amor e o tempo mesmo.

    Você está indo por um bom caminho, mostrando afeto, atençao, mas é preciso ser firme.

    Beijocas

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  5. Ohhhh amiga não é fácil.... nada fácil mesmo! Como ficamos preocupadas, chegamos realmente a perder o sono.
    O pior é que parece que tem coisas que fogem do nosso controle, não é mesmo? Essa atitude do Gabriel é questionável. Será que faz isso para chamar atenção de vocês? Será que faz isso somente quando não estão por perto, pois apresenta medo de vocês?
    Acho que leva um tempo para estreitar ainda mais os laços entre vocês. Tenho certeza que estão cuidando disso, mas uma simples atitude nossa pode afastar ou aproximar. Impressionante amiga.
    O tempo todo temos que nos policiar em relação ao que fazemos ou dizemos para os filhos. Outro dia mesmo, com todo aquele episódio da brincadeira do Felipe com o amigo, logo em seguida me peguei punindo e meu marido disse:
    Não, não podemos agir assim... Temos que trazer ele para perto de nós, transmitirmos segurança para ele. Mas como é difícil!!!!
    Haja conversa, amor e paciência. Desejo que tudo melhore e que Gabriel perceba que é tão querido, amado e presente. Pois parece que com essa atitude quer marcar a presença.
    E que lindo, lindo seu gesto singelo de conversar com ele enquanto estava dormindo. Ai amiga.... um abraço aqui!!!! Beijos e boa viagem. Aproveite muito e depois quero saber tudo, hein!

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  6. Oi Ju. Não é fácil mesmo. Mas achei linda e respeitosa a sua conduta de mãe atenta e amorosa. Com paciência os ponteiros vão se encaixar, até porque, esse é o nosso desafio. Cada mãe tem algum desafio para solucionar, mas poucas tem a ousadia de compartilhá-la como você. Parabéns. Apenas dois anos de maternidade e uma sabedoria admirável.

    Beijos

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  7. Olá
    Realmente uma situação muito chata :( mas não vejo outro caminho que esse de muita conversa e acompanhamento vosso com o vosso filho.
    Mostrar-lhe que não gostam como ele se comporta com os outros de que tem que ser um bom menino sempre para que cresce feliz...
    Educar não é mesmo fácil

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  8. Olá meninas, obrigada pela força!!
    Como contei aqui, http://contosdeumamaepandora.blogspot.ch/2012/03/dilema-da-escola-au-secours.html
    Gabriel já está na terapia há alguns meses....
    Um grande abraço em cada uma,

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  9. wow! como vc consegue nos deixar emocionadas, assim? Aliás, como vc consegue fazer meus olhos encherem de lágrima às 9:28 da manhã (São Paulo), em pleno dia útil? Pois é... super emocionante o seu texto, Ju...

    Será que o Gabriel não está extravasando o lado moleque danado dele na frente dos outros, pq ele não se importa com o que os outros achem? E, ao mesmo tempo, se ele é molecão na sua frente, se apronta, leva bronca tua e do pai, ele, automaticamente, passe a achar "menos merecedor" do carinho de vcs? Do tipo, ele pode magoar quem seja, a hora que for, pode atrapalhar o parabéns do amiguinho, levar broncas em público, chatear mta gente, mas vcs não! Vcs não! Até por medo de ser rejeitado novamente? Medo de vcs "se arrependerem" de terem-no escolhido como filho? Medo de ser menino levado da breca (e todos o são!) e deixar de ser merecedor dos pais que tem?

    A cabecinha dele deve ser mto difícil de entender, especialmente por nós, que nunca estivemos na situação dele... imaginemos, nós, mães, responsáveis, maduras e adultas, sozinhas nesse mundo, cuidando de um filho? Nós, sozinhas, tendo que cuidar, que dar amor, atenção, garantir ao nosso filho que tudo dará certo, que o futuro será melhor do que o dia de hoje e esconder permanentemente o medo que sentimos do abandono, do frio, da fome, do incerto? Ele teve que passar por isso criança, cuidando do irmão dele, a coisa mais linda do mundo (e a foto da primeira noite de vcs, ele abraçado protegendo o irmão me faz encher os olhos de lágrimas novamente... eu nunca vou esquecer a poesia daquele momento...), imagine a cabecinha dele quando encontraram em vcs o porto-seguro que ele, especialmente, precisava para descansar, para ser menino, para ser criança? Eu acho que as atitudes dele condizem muito com o passado que ele teve, agora ele quer ser moleque, quer aprontar todas, quer ter o direito de viver (mesmo que para ele seja aprontando), pq ele já foi muito adulto nessa vida!!! E não quer que vcs vejam, pq perto de vcs ele é o filho que vcs pediram a Deus. E ele é.

    Beijos grandes!

    (vcs não vêm a SP?????)

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  10. Oi Ju, olha não é fácil entender o que se passa com as crianças... meu filho de 3 anos tem tido umas atitudes que me assustam, ele chora e faz birra, parece que entra num estado de tranze... não tô sabendo como lidar com isso. Bora seguir em frente e matar mais esse leão né?
    Beijos

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  11. Oi Jú, eu concordo com a Dani Rabelo, acho que perto de vcs ele age assim por um medo latente e inconsciente do abandono, por outro lado, na frente das outras pessoas tanto faz ser bem aceito ou não. Você está no caminho certo com o tempo, muito amor e muita conversa tudo se resolverá.
    Grandes Beijos!!!
    Te admiro muito, quando crescer quero ser igual a vc rsrsrs.

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  12. Ju quanto tempo??? Estava me atualizando... Ai menina... Ando tão atarefada mas não esqueci de você.. :)
    Quanto a educação.. Sabe que essa é a parte que mais acho difícil e a que eu mais temia quando pensava em criar um filho???
    Eu não tenho nenhuma religião específica, mas certa vez ouvi o Padre Fábio de Melo dizer uma frase que me marcou... Ele disse que quando vamos educar um filho devemos ensiná-lo assim: "Aqui na nossa casa não precisa ter medo de errar para ser amado". Talvez seu pequeno tenha esse medo, como a Dani disse. Mas torço de coração que tudo se resolva da melhor maneira possível... Vai dar certo.. Também ninguém disse que seria fácil, né...rsrsrsr
    E você quando vem a Mococa??? Gostaria muito de conhecer você e sua família... :)

    Beijocas no coração
    Carol

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  13. olha, Juliana, nao posso comparar meu filho com o seu porque nao conheco o Gabriel. Mas meu filho é uma boa pessoa, nao é de enfrentar, mas ele tem muita energia, e as vezes, falar apenas nao adianta, é preciso segurar, brigar, botar de castigo, a coisa as vezes tem que ser física. Quando a gente deixa ele aos cuidados de outras pessoas (avós inclusive), a gente percebe que as pessoas sao mais "moles" do que deveriam ser, e ele abusa, ele aproveita. Quando você vê, o cara já ta pulando em cima do sofa, arrancando cabelo da vovó... ta melhorando, mas muitas vezes é dificil controlar ele, e se voce pisca, ele ja subiu uma escada e ninguem viu. tente nao culpar a adocao, a vida anterior do Gabriel. Boa parte dessa dificuldade é temperamental mesmo, independe da historia de vida.
    e, realmente, nao vai ser facil... mas quem disse que seria. certo?

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  14. Oi Ju,
    que situação difícil... tentei me colocar no teu lugar e também não consegui imaginar o que fazer.

    Achei lindo o fim desse conto, mostra que estás tentando lidar essa fase difícil com muito amor e carinho, e acho que é esse o caminho mesmo!

    Ele tem 6 anos, já compreende muitas coisas (muito mais do que possamos imaginar), então conversar, muito, ir diretamente ao ponto, também seria algo a ser feito, né?

    Beijos

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  15. Ju... que difícil. Bento também testa nossos limites e ainda oscila entre obedecer de livre e espontânea vontade e contestar, recusar, negar. Mas ele ainda tem só 3 anos, as manhas e contestações quando frustrados são mais esperadas. Se já acho difícil lidar com esse comportamento agora, quando mais velho então...
    Por isso, não sei mto o que dizer além de que vc não está sozinha. Achei mto legal vc ter conversado com ele dormindo, já me disseram que pode ajudar sim! Ele escuta, inconscientemente.
    No mais, forças, forças! Ah, e adorei o comentário da Dani. E faço coro: vc não vem a SP??
    bjos!

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  16. vc é incrível, Juliana! A sua jornada materna começou com parte do caminho percorrido e vc tá aí construindo outro caminho com eles, nem imagino como seja. Nao canso de dizer como vc é corajosa! Adoro ler aqui!
    Grande beijo

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  17. Ju, tocante esse episódio. Essa é uma idade onde eles mudam bastante, acho que mais do que limites, estão em busca conscientemente de uma maturidade. O grande lance é que não há, nunca, o certo e o errado. Ainda mais no caso dos meninos, onde alguns elementos da história deles não são conhecidos. Mas com certeza vocês estão no caminho certo, que é o do carinho e dos limites.
    Um beijo grande!
    Pri

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  18. Dani Rabelo e Sarah, vou sim, a gente vai se falando pra combinar um encontro!! Bj

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  19. Oi Ju! Independente de termos adotado ou não, acho que todas as mães passam por momentos de duvidas e tem preocupações como esta sua... a verdade é aue tem certos comportamentos com os quais é mesmo dificil de se lidar... e nos não devemos ficar sozinhas procurando a solução... procura um psicologo para te ajudar a lidar com issom acho que vcs so tem a ganhar!!

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  20. Ju, não é fácil para ninguém, viu? Vc não está sozinha nesta. Claro que a situação dele é especial, mas vcs vão conseguir superar esta fase juntos. E outras dificuldades virão (toda fase tem dificuldades) e vcs vão, sempre juntos, debelando-as.
    Confie em vcs como educadores, vcs são ótimos pais.
    Beijo grande

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  21. Oi, Juliana!
    Eu tenho certeza que você está no caminho certo!
    Eu me preocupei muito com a minha filha de 6 anos, que eu adotei com 5 dias.
    Assim como vc, tive insônia, chorei, sofri... mas sobretudo jamais desisti e de uma hora para a outra ela entendeu as atitudes dela que desagradavam as pessoas.
    Hoje é outra cça. Estamos todos muito felizes!
    Tenha fé que tudo vai dar certo.
    O amor de vcs por ele é maior que qualquer mal comportamento... e ele sabe disso!!!
    Bjs com carinho

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  22. Ju!
    não é fácil mesmo...
    A Valentina me "prega" cada uma... que tem hora que queria sair correndo!!!
    Força, amor e muita dedicação na educação deles dará certo, aposte nisso... é uma fase difícil e passará.
    Imagino que cada pessoa tem uma sensibilidade diferente para lidar com as situações da vida, por isso os dois são diferentes perante a situação deles. E cada um vai reagir de forma diferente e em tempos diferentes. Mas se houver amor, muito amor e dedicação tudo acaba bem...
    beijossssssssss

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  23. Oi JU, tudo bem?? Sou leitora assídua do seu blog, me emociono muito com os posts. Vc é um exemplo!!!
    Lendo esse post já estava pensando no que a Dani Rabelo escreveu, eu concordo plenamente com ela.
    Um menino com uma "carga" emocional tão pesada deve ter lá seus motivos para se "rebelar" em certos momentos, né?? O meu filho, um pouco mais velho que o seu e emocionalmente saudável tem MUITOS momentos desses, as vezes nos perguntamos tb o "pq" de certas atitudes. Enfim, vc é uma mãe maravilhosa e tenho certeza que vai tirar de letra. beijos e Boa Sorte.

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  24. Tava lendo o mmqd e vi que seu nome é Juliana e usa o nick de Pandora, como eu!!!
    COincidencia!!!

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  25. Só eu estou achando estranho esse blog estar tão paradinho?
    Ju, cadê vc e os guris? Tá tudo bem? (To parecendo amiga íntima ;))
    Bjos e estejam com Deus!

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  26. tbm estou estranhando... Ju cade vc???
    Dani dos 8

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  27. Não tenha dúvida de que o caminho é só esse msm. Admiração total e sempre por vc amiga, saiba q qdo estive ai convivendo com vcs, aprendi muito !!! Bj, Frô.

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