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Mostrando postagens de Outubro, 2012

Deixar o filho crescer...

Não é fácil deixar um filho crescer... E olha que tentei fingir pra mim mesma que estava tudo bem, que eu estava tirando de letra, só que não. *** Você é meu caçulinha, tão lindo, tão carinhoso... E quanto amor eu sinto por você meu filho!! Ontem, após quinze dias de férias de outono, te deixei na escola e meu coração doeu, mas doeu mesmo e eu tive que olhar pra você, ali, paradinho na fila, um pouco inseguro... (mamãe escreve derrubando lágrimas) . Queria te pegar no colo, te colocar dentro de mim e te passar toda a força que penso ter. Mas tive que usar esta força ao contrário. Tive que me segurar, conversar internamente comigo e te deixar buscar a tua própria. E você o fez!! Ao te ver entrar na escola, me doeu ainda mais ver que não chorou, que apesar da insegurança você tentou ser forte. Ai, que dor me deu... Voltei pra casa tão pequena. Mas ao te reencontrar, você me olhou e todo orgulhoso disse: _Mamãe, eu consegui ir sozinho!! Ai meu filho, que bom te ver assim, mas

A neve já chegou por aqui...

O outono chegou há tão pouco tempo que juro que nem me dei conta que a neve chegaria assim, de supetão. Eu e as crianças ainda estávamos esperando o famoso dia em que as folhas caem das árvores, pois presenciamos este evento todos os anos e é bem marcante. Pra quem nunca ouviu falar, dizem os moradores locais, os nativos, que há um dia do ano em que a ventania é deveras mais forte e que a mesma"varre" as folhas que ainda restam nos galhos das árvores. Geralmente, este evento marca a chegada do inverno e diz a lenda que a fábula da Cigarra e a Formiga nasceu justamente neste período. Mas este ano além de ainda vermos muitas árvores com folhas verdes (muitas com folhas amarelas e vermelhas também), o frio não parecia estar por perto. Mas ele estava. Hoje, ao acordar, nossa visão foi assim: Foto tirada às 7h00, no Domingo, pois despertador de criança não tem botão "off" não...  Daí, eu me lembrei que não havia tirado os brinquedos da varanda... E o pior,

É justo? Diz aêee...

Imagem da Web Eu escrevo... apago. Escrevo novamente... salvo. Eu leio... odeio, apago novamente. Eu sei. Tenho falhado por aqui...Estou devendo reflexões, choros e risos, mas estou me (re)aquecendo, ou melhor, tenho tentado acreditar que minhas palavras são realmente lidas ou se o número de acessos do blog não são apenas links direcionados do amigo Google. Sabe, o Google? Mas vou tentar... Tá, vamos lá. E no momento, a única coisa que me vem a cabeça é que moro looooonnnnge da minha família de pai e mãe, oras, pois eu tenho a minha família aqui, mas neste caso eu sou a mãe, né? E o pai? Ahhh, o pai??   Então, o pai foi viajar. *** O pai viaja mesmo e muito, devido ao trabalho. Isso, não é novidade pra mim. A mãe aqui, viaja também, claro, mas não a trabalho. A mãe viaja com a família pra ver a família, amigos, outras culturas... enfim, a gente curte a vida quando dá. Mas, desta vez o maridão não foi pra Malásia, EUA, China, como costuma fazer todos os meses. Desta

Parque do Playmobil- Alemanha

Estamos em férias escolares aqui na Suíça. Em meio a muitas outras espalhadas pelo ano, agora é a vez das chamadas "Férias de Outono"e que são ao todo, 15 dias. Como estamos localizados em um ponto favorável em termos geográficos, podemos sem muitos perrengues, aproveitar as facilidades e viajar muito, conhecer novas culturas e lugares encantadores pela Europa, então, assim que eles entraram de férias viajamos para uma aventura pra lá de legal: País: Alemanha Destino: Funpark do Playmobil  Como soubemos? Através de nossa amiga Celi e também pela Cláudia, neste post aqui , que aliás, vale muito a pena dar uma olhada, pois além de dicas, as fotos são MARAVILHOSAS!! *** E eu não consigo em palavras, expressar a alegria dos meninos, pois imaginem a emoção que tiveram ao poder brincar "além miniaturas"?! Eles correram, pularam muito e interagiram com um universo infantil feito pra eles. Aqui vão algumas poucas (das centenas) fotos que procuramos registrar

E quem disse que seria fácil - Parte 2

Primeiramente queria agradecer muito, mas muito mesmo, toda a ajuda que tive no primeiro post da série.   Várias blogueiras, seguidores e amigas "perderam" um pouquinho de seu precioso tempo pra ler meu desabafo e me dar vários conselhos legais, ombros amigos que fizeram muita diferença e que fazem tanta falta em momentos difíceis. Muito obrigada de coração!! E se vocês se lembram do relato do post , eu fui até a cama de "Tom" às 04h30 da matina, pra conversar com ele, enquanto ele dormia. Após este episódio, mantive esta mesma atitude e o faço até hoje. Sempre antes de dormir, quando vou  ao quarto deles, converso sobre o que me deixou feliz, sobre o que não foi legal... Claro que não o faço todos os dias, mas sempre quando acho necessário, tanto para um, quanto para outro. O que pode parecer um tanto insano, trouxe bons resultados. Percebemos que agora demonstram uma maior cumplicidade comigo e com o pai, o que é ótimo!! Outros fatores também influenciaram

O trajeto de cada um

Anteontem li um texto da Patrícia Boudakian que me fez pensar muito. Logo depois, li o desabafo da Claudia Martins  e fui então, tomada por um sentimento contraditório e ao mesmo tempo semelhante entre os dois. Para me organizar internamente, decidi escrever, tentando assim, acomodar todas as informações. E para que eu me organize, preciso me envolver com os sentimentos relatados nos textos e ao mesmo tempo,  participar deste triálogo. ou penso eu poder ter esta ousadia. Começaria pelo desabafo da Cláudia, onde ela, em suas palavras, me faz lembrar muito de um momento em minha vida que fora realmente, como ela o coloca, muito sofrido. Ser mãe, para nós mulheres que por algum motivo não podemos gerar naturalmente e/ou artificialmente, vai muito além da retórica. Dói, de verdade. Patrícia, nos trouxe uma história de um amigo, que sofrera um acidente e está em coma em um leito de hospital. E ela, como água em brasa, fez um apelo para que deixemos tantas diferenças entre discussões