Pular para o conteúdo principal

A logística do inverno

Há quatro anos morando fora do Brasil e em países conhecidos por seus tradicionais esportes de inverno, aqui vai um pequeno resumo da organização desta logística invernal:

 Essenciais, os refletores que colocamos nas crianças são importantíssimos, já que a falta de sol deixa tudo muito escuro... As crianças usam todos os dias para ir a escola.



Endredons dupla face!! Quentinhos...
Ah! Este é apenas o recheio, mas ele possui uma capa.



Protetores auriculares, gorros e chapéus, dispostos no hall de entrada. Facilita a vida!! Assim também, fazemos com as luvas.



 Aqui na Europa, adotamos o hábito de não entrar de calçados em casa. Isso facilita muito a higiene, já que não dispomos muitas vezes de uma ajuda extra. Tudo é por nossa conta, ou quase tudo e claro, existem exceções. E estes chinelinhos são ótimos para que as visitas possam manter os pés aquecidos enquanto batemos aquele papo bom... Legal, né?



Não é um plástico... é água congelada mesmo.
E pra sobreviver ao frio lá fora, muita vitamina C, boa alimentação e fé, gente!!!
Afinal, curtir a "friaca" aqui, pensando no verão do Brasil...


Buáaaaaaaaa!!!!














Bisous,
Pandora que está a procura da fé!!  Vai passar, vai passar... rs

Ooopps, o frio também é bom.  Olha aí a curtição dos rebentos:


Comentários

  1. Muito bom essas dicas..gostei!!!!
    beijossssss

    ResponderExcluir
  2. ADOREI seus chinelinhos pra visita, fofos demais!

    No inverno aqui meu Hall de entrada parece uma loja de casacos e sapatos kkk, acabo deixando tudo no cabideiro e sapateira que tenho por lá, assim facilita, essa é a unica coisa que eu detesto no inverno, o excesso de roupa, de resto, ADORO TUDO! kkk =)

    Beijocas

    ResponderExcluir
  3. Realmente essas dicas são essenciais para suportar o inverno..e chinelinho sempre usamos por aqui..rsrs..Super bjs

    ResponderExcluir
  4. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
  5. "Tô cum frio!" Sabe assim, já começou aquela sensação de que em todo lugar tem frio... :( Não tenho essa cesta de luvas. Gostei da dica. :) Beijo

    ResponderExcluir
  6. hmmm, fiquei mal na praça agora. Não tenho chinelinhos pras visitas... Acho que vou procurar uns.

    Cesta... tenho uma grande pra tudo: gorros, luvas, cachecol do Nic (que não tem altura pra pendurar) e outras coisas miudas. Tá uma zona.

    Pronto, vc acaba de me dar um projeto (EXTRA!) pra esse mês: arrumar a entrada e saida daqui de casa. :)

    Beijos!

    ResponderExcluir
  7. Eu amo o inverno, detesto o verão carioca....

    ResponderExcluir
  8. Menina, que frio hein!! Lembro que, aos 16 anos, fiz intercâmbio pro Canadá. Era uma cidade láááá no noroeste, quase Alasca. E fui em dezembro!! brrrrr!!
    E vendo o post lembrei dos chinelos. Lá eles tb deixam os sapatos na porta e ficam em casa de chinelinhos ou um outro sapatinho tipo pantufa!
    E vim tb dizer que respondi o meme dos 11, finalmente!! Demorei, mas tá lá, depois passa pra ler!
    bjao

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Seja bem-vindo(a)! Sente aqui na varanda que eu vou passar o café!

Postagens mais visitadas deste blog

Filho é filho! Já dizia a sábia raposa...

Não foi à toa que voltei a escrever e antes de voltar no tempo e tentar resgatar as memórias destes quase quatro anos de pausa, vou compartilhando as novidades “fresquinhas”.  Dias atrás, “Tom”, 10a, chegou em casa com um livro da escola. Aliás, coisa que adoro por estas bandas dos alpes gelados é que a leitura diária é levada muito a sério. E eles tem que ler em voz alta para alguém, que neste caso, sou euzinha. Cada um na sua vez, diariamente e eu virei uma “ouvidora” de histórias. Então, “taveu” fazendo catando algum chinelo, lápis, coco da cachorra algo que não me lembro bem agora e lá vem Tom, pra fazer a leitura deste livro:    O livro era daqueles antigões, com a capa dura e um cheirinho peculiar de naftalina (Oi?). Mas era da biblioteca da escola e estava bem conservado e encapadinho. Ainda perguntei a ele: “ Quem escolheu este livro filho? ” e ele… “ eu mãe, achei a capa bonitinha” .  O livro não tinha propriamente uma capa com apelo interessante para a le

Série co-autores, conte sua história no blog! Hoje, a conquista do parto natural e quem nos conta é a Karime.

Hoje a série co-autores do Contos , renasce, literalmente.  Além de trazer um lindo relato de parto, dia 20 de janeiro de 2013 , é o dia em que a personagem principal desta história real, a Lara, completa 1 aninho.   P a r a b é n s L a r a !!  Voilà, o conto: Bom dia Mamães! Hoje, dia 20, minha filhota completa 1 ano :) E para comemorar e começar o dia com toda boa energia e em alto astral compartilho com vocês como foi o parto dela... FOI ASSIM:  Pessoas queridas do meu coração, estou aqui, menos de dois anos depois do relato do nascimento do Luca para escrever sobre o parto da Lara! Uma experiência tão marcante e intensa que é preciso respirar fundo várias vezes para tentar traduzir tamanha emoção em palavras... Como sabem, sonhava vivenciar o parto natural e por se tratar de uma tentativa depois de uma recente cesariana tudo já era naturalmente diferente... opiniões daqui, estatísticas dali, pesquisas de lá, ‘achismos’ acolá ... e o meu desejo acima de tudo! Sorte, mu

Aniversário Solidário

"Você é a mudança que deseja ver no mundo"  Mahatma Gandhi  EMPATIA Segundo a definição que encontramos aqui ,   Empatia   significa a   capacidade psicológica  para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em   tentar compreender sentimentos e emoções , procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.  A empatia leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo - amor e interesse pelo próximo - e à capacidade de ajudar. Quando um indivíduo consegue sentir a dor ou o sofrimento do outro ao se colocar no seu lugar, desperta a vontade de ajudar e de agir seguindo princípios morais. Assim surgiu a ideia de este ano, pela segunda vez nestes meus ... vinte e poucos quarenta e dois  anos, reunir várias amigas (mais de quarenta) que também moram aqui na Suíça para uma confraternização do meu aniversário (3 /3 anota ai), no Dia Internacional da Mulhe