Pular para o conteúdo principal

Estamos de Volta!


Após um período de três anos e meio de pausa, finalmente estamos de volta! 

Nota:

A fim de preservarmos à privacidade de nossos filhos, decidimos então continuar o blog "Contos de uma Mãe Pandora"com a mesma linha de sinceridade e transparência de sempre, porém, optamos por substituirmos suas verdadeiras identidades por codinomes.  

Portanto, agora em nossos contos REAIS, utilizaremos os seguintes codinomes:

"TOM", para nosso filho mais velho que hoje está com dez anos, 
"JOBIM", para nosso caçulinha, hoje com nove anos.

Espero curtam muito nossos contos reais, a gente adora trocar ideias! 





  



Comentários

  1. Que delícia!!!! Amei, amei, amei, amei a novidade! Na semana que retomei o blog, você tbm retomou o teu! Que demais, Ju!!!
    Beijos grandes!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querida Dani, que coincidência especial pra mim!! Você é muito querida!! Tamujunto de novo!! Bisous

      Excluir
  2. Meu Deus, todas as queridas estão achando o rumo de volta, que bacana Juliana!
    Fico muito feliz, até porque em "reve-la" de volta na blogsfera.
    Beijocas

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ingrid, quanto tempo!! Obrigada pelo carinho, fiquei muito feliz com sua visita aqui também! Bisous

      Excluir

Postar um comentário

Seja bem-vindo(a)! Sente aqui na varanda que eu vou passar o café!

Postagens mais visitadas deste blog

Filho é filho! Já dizia a sábia raposa...

Não foi à toa que voltei a escrever e antes de voltar no tempo e tentar resgatar as memórias destes quase quatro anos de pausa, vou compartilhando as novidades “fresquinhas”.  Dias atrás, “Tom”, 10a, chegou em casa com um livro da escola. Aliás, coisa que adoro por estas bandas dos alpes gelados é que a leitura diária é levada muito a sério. E eles tem que ler em voz alta para alguém, que neste caso, sou euzinha. Cada um na sua vez, diariamente e eu virei uma “ouvidora” de histórias. Então, “taveu” fazendo catando algum chinelo, lápis, coco da cachorra algo que não me lembro bem agora e lá vem Tom, pra fazer a leitura deste livro:    O livro era daqueles antigões, com a capa dura e um cheirinho peculiar de naftalina (Oi?). Mas era da biblioteca da escola e estava bem conservado e encapadinho. Ainda perguntei a ele: “ Quem escolheu este livro filho? ” e ele… “ eu mãe, achei a capa bonitinha” .  O livro não tinha propriamente uma capa com apelo interessante para a le

Lágrimas em letras

Filho do irmão da minha mãe com a irmã do meu pai. Como? Isso mesmo, éramos primo/irmãos. As mesmas avós e avôs, os mesmos tios, as mesmas histórias. Você?  Lindo. Lindo mesmo!!! Wow!! Sempre foi uma criança linda, um menino com um narizinho arrebitado e perfeito que sempre tirava sarro de um teatrinho de Natal que euzinha preparei e claro, te levei junto. Você ria e me lembrava destes micos que pagamos em nossas infâncias. Brincávamos no terreiro de café da casa do "vô"Júlio, tomávamos guaraná Cibel na casa da "vó" Nadéia e quando nos tornamos adolescentes, continuamos juntos. Tantas baladas! Você sempre alegre, carinhoso, arrasava corações e meus ex-namorados sempre sentiam ciúmes do meu primo. E como a gente dançava? Noooooossssaaa, como a gente dançava. Na festa do meu casamento, (que aliás, você deu a maior força para o maridão que está aqui), todos se lembram de como você me tirou pra dançar, mas como não podia roubar a cena do noivo, pegou minha mã

Minha relação com a amamentação.

Este post contém fragmentos de uma história que custei a colocar pra fora... Imagem da web Eu queria ter escrito este texto ainda adolescente, pois desde aquela época o tema amamentação surgiu na primeira terapia que procurei sozinha, na tentativa de tentar entender o incomodo que insistia em aparecer e eu não sabia de onde. Na época, me indicaram um então conceituado profissional e foi então que comecei a fazer parte de um grupo selecto de pessoas que leram o prospecto de um dos livros escritos por ele, antes de ser publicado: "Terapia pela roupa" , do psicólogo Mamede Alcântara. Meu nome está lá, nos agradecimentos :-), é só conferir. Durante um momento da terapia, surgiu no inconsciente um sentimento estranho. Eu sentia uma fome e uma dor muito grande, como uma agonia mesmo. Chorei, tive cólicas, me contorci. Neste momento, ele me pediu para chegar em casa e conversar com minha mãe e saber um pouco mais sobre meu nascimento, meu parto, enfim, meu passado. Minha